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Pais, filhos e amigos
    Ontem vi em DVD Valente, o lançamento da Disney/Pixar para o ano de 2012, que trata da história de uma princesa que não aceita o papel que lhe é destinado e que por isso causa uma grande confusão no reino em que vive, um fictício clã da Escócia medieval. O desenho é de um apuro técnico impressionante, as imagens são belíssimas e deve ter valido a pena para quem assistiu em 3D. Mas a história, confesso, não me pegou. Ana Maria Bahiana já tinha reclamado, em seu blog, da má vontade da crítica - quase toda masculina - para com o filme. E ela deve ter razão ao dizer que eles, digo, nós, não gostamos porque não conseguimos nos identificar com a história que trata do relacionamento mãe e filha. Acho que por não ter vivido grandes dilemas com meus pais esses temas de conflitos familiares não me comovam tanto. Para que não digam que é puro machismo de minha parte: apesar de achar uma grande música, não me identifico nem com Sapato 36, do Raul Seixas, na qual ele conta de sua necessidade de escolher o próprio calçado e seguir sua própria vida. Tenho sim questões com meu pai que talvez pudessem ter sido melhor resolvidas, mas tenho conseguido conviver com isso sem ter que procurar um analista. Pelo menos, por enquanto. *** Mais tarde na tv passou Toy Story, que também é da Disney/Pixar, e que é uma série em que seus três filmes são mais divertidos e profundos do que Valente. Eu já tinha ficado admirado quando vi o primeiro filme, mas o grande momento da trilogia é sem dúvida alguma o terceiro desenho. As considerações sobre a amizade sincera e tudo o que ela implica -  amor, tolerância, renúncia e sacrifício - são abordados de forma tocante para todas as idades, por isso foi muito comum encontrar pessoas com olhos marejados na saída do cinema. Pena que as crianças aproveitem melhor as mensagens do filme que muitos adultos.     Ao contrário de Valente, Toy Story 3 entra fácil naquele rol de filmes que assistirei toda vez que estiver passando.    

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