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Versões

 

Eu já contei que quando cheguei em Franca fiquei quase um mês na casa do Adolfo, antes de montarmos a república.

Embora eu tenha sido extremamente bem tratado lá, os primeiros dias em uma cidade estranha não foram muito fáceis. Eu ainda não tinha amigos na faculdade e todos na casa do Adolfo trabalhavam, então eu passava o dia todo sozinho.

Uma tarde eu estava mexendo nos LPs do meu anfitrião e encontrei um disco com essa música que tem a frase "Essa casa não é minha e nem é meu esse lugar". Os primeiros dias de minha travessia em Franca ficaram marcados por Milton Nascimento.

Lembrei dessa canção nesses últimos dias, que em sua versão original é sem dúvida alguma uma das mais belas da MPB:

 

 

Elis Regina também cantou Travessia, e a sua interpretação adicionou uma carga maior de drama e tristeza:

 

 

E até a islandesa Bjork gravou uma versão, cheia de sotaque e simpatia:

 

 

Vou seguindo pela vida...

 

5 thoughts on “Versões

  1. ôps, sorry… a letra é do Fernando Brant (quem mandou não pesquisar direito antes?):

    O livro de Maria Dolores aponta “Travessia” como a primeira letra da vida de Fernando Brant, escrita sob pressão, jogada, num papel dobrado, na mesa da padaria São José, em Belo Horizonte. O nome da música foi inspirado no livro “Grande Sertão: Veredas”, do escritor mineiro Guimarães Rosa, que tinha como última palavra da obra o termo “Travessia”. O próprio Milton explicaria a escolha: “O importante não é a saída, nem a chegada, mas a travessia”.

    daqui:
    http://www.cronopios.com.br/site/artigos.asp?id=4337

    1. Valeu, Bica!
      Até que pra uma “primeira letra da vida” o Fernando Brant não mandou mal, hein?
      Um dia eu chego lá, por enquanto, continuarei atravessando…
      Abraço!

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