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sobre o rebostejos

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Três grandes momentos da vida estudantil

 

 

Com certeza você já viu um episódio qualquer em que todos estão falando ao mesmo tempo na sala de aula, até que de repente ficam em silêncio e sobra apenas o Chaves fazendo um comentário inconveniente em voz alta sobre o “Professor Linguiça”.

Aconteceu algo semelhante certa vez na faculdade, mas o protagonista foi o Evandro Limão. Sentado na primeira fileira, ele estava com o corpo virado para trás e não viu quando professor entrou. Todo mundo ficou quieto, menos nosso amigo, que soltou um sonoro “Ah, Dilão, vai si fudêêêê...”, com seu característico sotaque de Andradas.

O Limão conseguiu a proeza de ter sido posto para fora da sala de aula em plena faculdade, pois o Professor Volney foi menos tolerante que o incansável Meste Lingui..., digo, Professor Girafales.

***

 

 

O Helton teve mais sorte em outra oportunidade, mas não deixou de tomar um esculacho.

Certa noite estávamos esperando pelo início da aula quando um funcionário da faculdade entrou na sala e afixou próximo à porta um quadro com notas dos alunos. Foi o suficiente para todos se aglomerarem tentando ver os próprios desempenhos, o que causou um tumulto digno de Escolinha do Gugu. De repente, o interruptor foi desligado por um toque involuntário (?) de alguém (Nakano?) e as luz foram apagadas.

No momento que a sala ficou escura o Helton sentiu uma mão sobre o seu ombro, que num reflexo foi afastada com um “sai fora!”. A resposta imediata veio em alguns tons acima:

- VAI SENTAR NO SEU LUGAR, RAPAZ!

Era o saudoso Professor Clóvis, que numa explosão de fúria quase derrubou o cachimbo. Dizem que a última vez que ele tinha ficado tão nervoso foi quando viu o Che Guevara tomando uma coca-cola.

***

 

 

Não sei se continua assim, mas o quinto ano de Direito da Unesp era dividido por áreas de concentração de matérias. Assim, quem quisesse aprofundar nos estudos de Civil e Processo Civil fazia a área 5, para Direito Público era a área 1, etc.

Uma noite um pessoal da área 2 entrou na sala para contar como eram as suas aulas, e o Helton questionou se a matéria de Previdenciário era boa. A pergunta soou meio sem sentido para todos que ali estavam, mas eles responderam que as aulas eram excelentes. O Helton, contudo, não se deu por satisfeito:

- Mas é que eu ouvi falar que a professora falta muito, quase não dá aula!

Constrangida, uma das presentes respondeu:

- Não, imagine, que é isso! EU quase não FALTEI, não é gente? Nós tivemos muitas aulas neste ano...

Tudo bem que o Helton tenha se deixado enganar pelo fato da professora ser jovem e bonitinha, mas nesse momento ele deveria ter percebido a mancada que estava dando, afinal, ela falou em primeira pessoa. Mas ele continuou fazendo o papel de aluno da Escolinha do Professor Raimundo e insistiu:

- Ah, não sei não, eu ouvi muita reclamação que a professora falta muito...

Todos ficaram sem graça, e o pessoal que veio falar do curso saiu incrédulo com o arrojo do meu colega. Eu também estranhei, por isso questionei de um jeito bem sutil sobre o que tinha ocorrido:

- Caralho, Helton! Que merda foi essa? Isso é jeito de falar com a professora?

- Que professora! – perguntou ele?

Expliquei para ele o que tinha feito, e ele saiu correndo da sala para pedir desculpas. Acabou voltando matriculado como aluno ouvinte no curso de Previdenciário, mas ele não conseguiu fechar a matéria - a professora faltava demais mesmo.

***

"Ah, Wagner, você contou dos seus colegas, não tem nenhuma história sua não?"
Não me lembro de nenhuma, mas a minha memória anda muito seletiva... Se alguém quiser contar alguma coisa que use a caixa de comentários...

 

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