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Conquistado pelo estômago
 
Techerinha sempre jogou pelo JAC DA FLORESTA, com exceção de algumas partidas beneficentes que fazia pelo mundo para distribuir solidariedade e divulgar os conceitos práticos e teóricos do glu-glu. Apesar de profissional, jamais dispensava uma pelada - e quanto mais isso fosse literal, melhor.
Certa vez, contudo, nosso herói quase deixou a paradisíaca terra natal para ir jogar no exterior. Ele já estava no final de sua gloriosa carreira e muitos amigos o aconselhavam a ir ganhar dinheiro no estrangeiro, como Pelé fizera anos antes.
Mas Techerinha não estava decadente quanto o ex-santista e não queria jogar num time de mentira num lugar aonde o futebol não era mais que uma farsa. É preciso deixar claro: se Pelé merece crédito por alguma coisa, foi por ter sido um dos precursores do showbol: com a carreira praticamente acabada, foi se exibir em gramados sintéticos, com outros jogadores semi-aposentados, em times inventados. O tal do Cosmos, por exemplo, não tinha passado algum e hoje nem existe mais. Era um Grêmio Barueri de Nova Iorque, nada mais que isso.
Techerinha só aceitou propostas que vieram de times tradicionais, e no final brigavam pelo passe do craque os históricos Barcelona e Arsenal (Barcelona de Quayaquil e Arsenal de Sarandí, é certo, mas ainda assim mais tradicionais que o Cosmos).
A notícia de uma possível saída do mestre do absurdo inflamou os ânimos. Os fãs então organizaram e os movimentos “Fica, Techerinha” e “Num vai embora, zé ruela!” tomaram as ruas da cidade. O gênio ficaria sensibilizado com as centenas de milhares de cartas que lhe enviaram, caso soubesse ler.
Como estava na dúvida entre qual time escolher, o craque decidiu se informar sobre as cidades envolvidas, e ao final optou por não sair do JAC DA FLORESTA. Ao ser perguntado sobre os critérios utilizados, o craque foi enfático: “Cumé qui vô morá numa cidade qui num tem bolinho caipira?”.
Ao contrário de Paris, que não conseguiu segurar Zidane, Jacareí manteve o seu maior craque graças a pujança de sua culinária.  
   

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