dez 232013
 

 

E a música do ano foi mesmo Get Lucky. Eu já tinha cravado isso há tempos, mas a internet está aí pra confirmar aquela afirmação: aposto que que nenhuma outra canção tenha tido tantas versões em 2013, sendo que algumas são legais, outras inusitadas e muitas são pura bizarrice.

 

O original:

Uma versão acústica:

Outra versão acústica (mais gatinha essa):

Os indies também curtiram a música, ao seu jeito:

Uma pegada roqueira:

O Bono Vox parecia estar um pouco alterado quando cantou:

Cinco pessoas no piano:

A polícia da Rússia mandou ver:

Em português, com o Tony Salles (quem?):

Essa é pro carnaval:

Tem em forró, claro:

Eu já tinha postado a do Obama, mas sempre vale a pena:

Também tem em 8 bits:

Uma version hermana, por que não?

Para terminar, a melhor de todas – a performance de Yoko Ono:

 

Like the legend of the phoenix

All ends with beginnings

 

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out 182013
 

 

 

No meio dessa polêmica sobre a autorização prévia para realização de biografias – se não sabe do que estou falando, clique aqui – alguém mencionou o nome da Dra. Solange, que foi a principal censora da época da ditadura. Sob o pretexto da “manutenção da moral e dos bons costumes”, a tesoura da Dra. Solange cortava ou proibia músicas, livros, notícias e qualquer coisa que fosse contrária aos interesses do governo.

Em “homenagem” à censora o Léo Jaime, que tivera muitas músicas vetadas por ela, gravou uma versão de uma música do The Police. Assim, So Lonely virou Solange, com uma letra bem direta à destinatária.

 

O clipe original:

 

O versão do Léo Jaime:

 

Eu tinha tanto pra dizer
Metade eu tive que esquecer
E quando eu tento escrever
Seu nome vem me interromper

 

Léo Jaime já tinha feito outra versão com Sonia.

 

 

 

ago 282013
 

 

 

Times Like These, do Foo Fighters:

 

 

A mesma música, a mesma banda, a mesma versão, outro clipe:

 

 

E se às vezes é à força, em outras é com jeito – de novo o Foo Fighters, mas desta vez acústico:

 

 

 

I, I’m a little divided

 

 

 

 

maio 212013
 

 

 

Teclados no rock são sempre complicados, se não souber usar fica uma nheca. Mas poucos riffs são tão conhecidos quanto os de Light My Fire, cujo autor, Ray Manzarek, faleceu ontem.

Uma versão compacta, pelo próprio The Doors. Certinha para ver na televisão:

 

Os teclados aparecem mais nesta versão extendida, também tocada pelo The Doors, com o Jim Morrison muy loco. Certinha pra viajar:

 

Meus pais tinham um compacto em casa com esta versão de José Feliciano, que não tem teclados por ser acústica, mas é bacana:

 

E para desacreditar da vida, Bye que bye bye bye, por Angélica:

 

The time to hesitate is through
No time to wallow in the mire
Try now we can only lose
And our love become a funeral pyre

Come on baby, light my fire

 

mar 262013
 

 

 

Wish You Were Here é uma das canções mais conhecidas em todo o mundo. Não existe cantor de barzinho que não saiba esta música, e vários artistas profissionais fizeram suas próprias versões.

 

Como todo mundo deve(ria) saber, a canção foi originalmente gravada pelo Pink Floyd, em 1975:

 

 

Os americanos do Sparklehorse gravaram sua versão em 1998, com participação do Tom Yorke, vocalista do Radiohead. O video abaixo não é oficial, e foi feito por um fã coreano (!):

 

 

Wyclef Jean lançou uma versão hip hop (!!). Por incrível que pareça, não é de todo ruim:

 

 

Se Wish You Were Here com influência do rap pareceu estranho, espere para ver esta versão de um tal grupo chamado Gregorian em… canto gregoriano (!!!):

 

 

Melhor voltar para o básico – David Gilmour, em uma exibição acústica e perfeita:

 

 

How I wish, how I wish you were here…

 

mar 122013
 

 

Outro dia eu citei de O Papa É Pop, e lembrei que essa música tem duas versões – bom, mais ou menos…

 

A mais conhecida é a que dá título ao disco lançado em 1990, e que tem um clipe todo ambientado em volta de um sofá (!):

 

 

Já Perfeita Simetria foi lançada no mesmo álbum, mas não constava nos discos em vinil – era uma faixa bônus do cd. A música tem a mesma melodia de sua irmã mais famosa:

 

 

Perdoa o que puder ser perdoado
Esquece o que não tiver perdão

 

fev 192013
 

 

alfarrabio

 

 

Hoje o Versões é especial. Quem preparou foi meu amigo Bicarato, lá no blog dele, o Alfarrábio.

BRIDGE OVER TROUBLED WATER, com Elvis, Orbison, Cash e Simon & Garfunkel.

A Dona Benê tinha muito bom gosto!

Sail on Silver Girl,
Sail on by
Your time has come to shine
All your dreams are on their way

.

fev 102013
 

 

Já que no post anterior o Vovô Sapienza mencionou a canção, vale a pena lembrar desse grande hit que fez parte da trilha de A Dama de Vermelho, um dos filmes que mais vi na vida.

 

 

Gilberto Gil conseguiu o que é raríssimo: fez uma bela versão em português, sem macular a canção original:

 

 

And I mean it from the bottom of my heart…

jan 222013
 

 

O Joy Division é uma das bandas mais importantes de todos os tempos, embora tenha tido uma carreira muito curta. Acabou em 1980 depois do suicídio de seu vocalista.

Do seu espólio nasceu “só” o New Order. Sua influência é grande até hoje, basta ouvir o som do Interpol para perceber isso.

Sua música mais conhecida é  Love Will Tear Us Apart:

 

 

Outra banda nascida do pós-punk, o  The Cure, fez uma versão diferente, mais lenta:

 

 

 

O meu amigo Bicarato me mandou esta outra, com o Nouvelle Vague:

 

 

E existe uma versão dub step, do Jah Division (!!!)

 

 

When routine bites hard

And ambitions are low
And resentment rides high
But emotions won’t grow
And we’re changing our ways
Taking different roads

Then love, love will tear us apart, again

Love, love will tear us apart, again

 

dez 162012
 

 

In My Life é uma canção dos Beatles que está no álbum Rubber Soul, e é cantada por John Lennon enquanto os outros “Fab Four” fazem o coro:

 

 

O “Príncipe das Trevas” Ozzy Osborne, escoltado por Slash na guitarra, fez um cover bem bacana:

 

 

Johnny Cash, “O Homem de Preto”, gravou com seu vozeirão em American IV – The Man Comes Around:

 

 

E “a mutante” Rita Lee fez sua versão em português:

 

 

Though I know I’ll never lose affection
For people and things that went before…