jul 262013
 

 

joel

 

Quarta-feira o Atlético-MG tornou-se o mais novo campeão da Taça Libertadores da América. Foi o melhor time do torneio e, embora tenha desclassificado o São Paulo, torci a seu favor. Bem, na verdade torci mesmo pelo Cuca, que é um técnico que faz bons trabalhos e que precisava de um título assim (sempre é bom lembrar que em 2004 o Cuca foi o responsável pela montagem do time do Tricolor que viria a se tornar Tri-Campeão da Libertadores em 2005).

Apesar do Ronaldinho Gaúcho ter feito boas partidas, o grande herói da campanha atleticana foi Victor, que eu considero como um goleiro bom, não mais que isso. Acho que ele solta umas bolas esquisitas e rebate outras meio sem-jeito, mas pegou pênaltis fundamentais e teve durante toda a campanha muita, mas muita, sorte.

(É bom frisar que não acho que dizer que alguém tem sorte é demérito. A sabedoria popular nos ensina que sem sorte não se toma nem sorvete).

Mas fora o merecimento do técnico e o heroísmo do goleiro, é preocupante perceber que em 2013 o Atlético-MG é o campeão da Libertadores e o São Paulo vai passar em branco e lutando contra o rebaixamento. Aconteceu alguma coisa de muito errada com esse mundo.

Também é preciso perceber que o título atleticano é mais um sintoma que a Libertadores tornou-se esquisita. Não é justo, porém, dizer que isso começou no ano passado, com o Curíntia – embora tenha sido este um fato grave. Já em 2010 tivemos a anomalia de ver o Celso Roth campeão.

Do jeito que andam as coisas, ano que vem dá Figueirense. Com o Joel Santana de técnico.