nov 192013
 

 

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Minha conta no Facebook foi desativada. De repente, depois de mais de três anos de uso da rede social, descobriram que não sou “qualificado” para fazer parte do mundinho do Mark Zuckerberg.

Não sei o que aconteceu e eles não explicaram. Disseram que não poderiam oferecer informações sobre a razão da desativação “por motivos de segurança”. Devo ter feito algo bem grave então para ter um julgamento sumário, sem direito à defesa e sem fundamentação. Só me resta esperar a Interpol invadir minha sala pela janela.

Eu já tinha feito minhas considerações sobre o Facebook neste post aqui, e quem viu “A Rede Social” (grande filme, aliás) sabe que o Zuckerberg é um garoto inseguro e mimado. Talvez minha desativação tenha ocorrido por eu ter sido contundente demais em minhas críticas. Pode ser também que o garoto bilionário esteja com medo do crescimento do Rebostejos.

O interessante é que eu tinha mais de 200 amigos no Facebook, mas duvido que 5% deles vão dar conta de que eu não continuo na rede. Estamos todos conectados, mas diluídos.

Pensei em deixar o Facebook definitivamente de lado, mas para alguns outros serviços da internet ele pode fazer falta, então talvez eu crie uma nova conta, não sei ainda. Por enquanto continuo no Instagram, no Twitter e, principalmente, aqui no Rebostejos. Também não tenho qualificação para manter esse blog, mas pelo menos eu sei dos motivos disso.

Pra finalizar, um “curtir” especial para o Zuckerberg:

 

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ago 212012
 

 

A foto do post anterior é uma imagem do Instagram. A partir de agora as novas fotos adicionadas àquela rede social estarão integradas ao blog e serão publicadas em forma de post numa categoria batizada de Instantâneos. As fotos também continuarão a ser expostas aleatoriamente na coluna à direita, na seção “Instagrams”, e caso você tenha curiosidade de ver toda a galeria, pode clicar aqui.

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O Instagram é hoje a rede social mais interessante de todas, já que utiliza-se apenas de fotos. Gosto muito do Twitter também, que exige objetividade com sua limitação de 140 caracteres, mas infelizmente a maioria dos meus amigos agora só quer saber do Facebook, que é centralizador e egocêntrico.

Os tuítes que de vez em quando faço também podem ser visualizados na coluna à direita, na seção Tuitadas.

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O Google+ não deu em nada, e o Orkut, aonde mantenho uma conta à deriva, é um zumbi –  o que o Facebook deve se tornar daqui a algum tempo. Muita gente tem deixado de acompanhar o “feice”, e eu mesmo praticamente só o utilizo pelo celular, para postar fotos ou divulgar o blog (e os resultados são bem discutíveis, mas aí a culpa acho que é minha).

O Facebook sofre pela sua megalomania, pois agrega informação demais. O problema é que desse mundaréu de coisas que invade nossas timelines poucas são realmente interessantes, e filtrar o conteúdo relevante exige tempo e paciência, duas coisas que cada vez tenho menos.

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Embora surjam novos serviços e novos meios de integração, o que realmente funciona entre meus amigos de faculdade (os caras do Mesa Redonda) é o bom e velho email aberto, com cópias para todos. Os moderninhos dirão que é mais anacrônica forma de comunicação da era digital, mas talvez por isso mesmo é a que mais combina conosco.

 

fev 102012
 

 

Graças às redes sociais milhares de pessoas podem se expressar livremente, demonstrando a sua indignação ou engajamento às mais diversas causas. Isso é muito bacana, embora muitos movimentos de sucesso não tenham qualquer probabilidade de êxito.

Não é possível imaginar, por exemplo, que um juiz vá aumentar a pena de alguém graças ao Trending Topics do Twitter, ou que uma emissora vá tirar do ar um programa campeão de ibope em razão de compartilhamentos feitos no Facebook. Todavia, as campanhas cada vez ganham mais força e repercussão, demonstrando que o importante é expressar um opinião, seja ela qual for.

Então, se para fazer sucesso o negócio é compartilhar, eu vou entrar também nessa jogada e quero ver quem é que vai aguentar. Bolei algumas mensagens que podem ser divulgadas no Facebook no estilo de algumas campanhas famosas que insistem em entupir nossas timelines.

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