abr 142012
 

 

 

O JAC DA FLORESTA estava em turnê pelo Canadá quando fez uma apresentação em Cudemonde, pequena cidade ao norte do país, na gelada e pouco conhecida região conhecida como Putek’ Paryll.

 Depois de mais uma sensacional goleada do time de Techerinha, contudo, houve um grande mal entendido com a autoridade local. Desacostumado com a refinada arte dos nossos craques, o prefeito da cidade, que era muito conhecida pela tradição no hóquei no gelo, ficou indignado com aquilo que lhe pareceu uma humilhação com seu time de futebol, e foi tomar satisfações com o nosso herói.

O prefeito disse um monte de barbaridades a Techerinha, que não entendeu nada e ainda achou que estava sendo reverenciado. Foi então que o administrador da cidade disse:

  Je vous mets au défi à relever dans le hockey!

 Techerinha, que não era de negar nada a ninguém, então respondeu:

 – Ok? Ok!

O prefeito ficou radiante:

 Donc nous allons jouer au hockey!

 – Ok! – disse o craque todo sorridente também.

 Assim, Techerinha, que era analfabeto em português, confundiu ok com hockey e acabou por aceitar um desafio para jogar hóquei contra o prefeito da cidade, demonstrando que apesar de craque era umabesta completa em várias línguas diferentes.

Na hora da partida o jogador adversário chegou todo paramentado, mas Techerinha não se intimidou e ainda dispensou o taco que lhe foi oferecido. “Vô jogá cum meu própri equipamento”, disse o craque.

 Quando então começou o jogo o nosso herói tirou para fora sua descomunal bengala, e com maestria e habilidade passou a jogar como se fora nascido no gelo. Em poucos minutos ele já tinha feito tantos gols que o prefeito desistiu da partida e saiu aos prantos pelas montanhas nevadas, não tendo sido nunca mais encontrado.

 Techerinha foi ovacionado por todos, mas seus companheiros de JAC DA FLORESTA estavam intrigados com a destreza demonstrada sobre os patins.

 – Techerinha, aonde você aprendeu a patinar assim? Em Jacareí não neva, e isso é difícil pra caramba!

 – É dificer, é? Num sabia não! – e ao terminar a frase Techerinha caiu de bunda no chão. Para sair do ringue nosso herói teve que ser amparado pelos colegas, pois não não conseguia mais ficar de pé sobre os patins.

 Techerinha mais uma vez vencera graças a sua incomparável habilidade esportiva, seu absurdo dote genital e à sua abissal ignorância sobre tudo.

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