jan 082014
 

 

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Eu nunca fui muito fã do 007 – deixei de acompanhar a série desde os horríveis filmes com Roger Moore e não assisti nenhum com Timothy Dalton ou Pierce Brosnan – mas resolvi dar uma nova chance ao herói e vi toda essa nova leva começada com “Cassino Royale”.

Aquelas perseguições só possíveis a James Bond continuam, assim como as traquitanas e as mulheres, mas os três filmes mais recentes atualizaram bem o personagem. E o último (o melhor dessa trilogia) consolida a transição do agente secreto para a fase moderna – não à toa, o embate entre o velho e o novo é um dos principais temas de “Operação Skyfall”.

E o vilão de “Skyfall” é também o melhor dos últimos três, lembrando muitas vezes o Coringa de “O Cavaleiro das Trevas”.

 

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Outro que nunca esteve entre os meus favoritos é o Aerosmith. Conheço pouco da banda – só os hits, na verdade – mas algumas de suas músicas são realmente muito boas. Pensei nisso porque enquanto escrevo ouço “Amazing” e, para variar, comecei a balançar a cabeça no solo de guitarra no final da canção.

O Aerosmith tem contra si o fato de ter inspirado muitas bandas-farofa, mas são ótimos músicos e Steve Tyler é um dos melhores vocalistas do rock. E é o pai da Liv, pelo que sempre merecerá meu agradecimento.

 

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ozymandias

 

Eu já achava que não me seria uma boa a ideia de fazer novas histórias com os personagens de Watchmen, mas ainda assim resolvi arriscar e comprei o episódio da série “Antes de Watchmen” protagonizado por Ozymandias. Escolhi essa edição por achar o alter ego de AdrianVeidt um dos mais complexos heróis da história original, justamente por se tornado – spoiler! – o vilão da trama.

Pois minha previsão estava certa: a “autobiografia” daquele que se tornou Ozymandias é um amontoado de clichês que não faz jus à criação de Alan Moore. Para mim, a grande sacada de Watchmen foi partir da ideia que uma pessoa que veste uma máscara para sair por aí batendo nos outros, a pretexto de estar combatendo o crime, é figura com sérios problemas – pois o Veidt da história não passa de uma cara metido a besta que decidiu salvar o mundo porque achou que deveria.

Nem a justificativa para ter se tornado um mascarado é boa. Ele passou a combater o crime para vingar a perda de uma namorada – oh! – mas passa a história inteira sem convencer de que era realmente chegado 😐 .

Quando é mais fácil acreditar nas peripécias de um filme do 007 do que em uma história em quadrinhos é porque algo deu muito errado…

 

 

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