jan 252012
 

 

 

Techerinha foi verdadeiro o melhor jogador de todos os tempos, mas os felizardos que integraram o time do JAC da Floresta ao lado do craque também merecem ser lembrados e reverenciados. Vamos agora citar os atletas que marcaram a história do futebol jogando do meio de campo daquele time inacreditável: Sem-Dedo, Lepra, Cotoco e Trofel.

Marco Aurélio Leite Sá Magalhães, o Sem-Dedo, começou sua carreira como lateral-direito, mas como não conseguia segurar a bola para fazer a cobrança de lateral foi jogar na meia direita. Rápido e inteligente, sua maior arma era o “chute de falso efeito” (ou “chute com defeito”, como chamava Techerinha), que consistia em chutar a bola como se estivesse batendo de três-dedos, fazendo o goleiro adversário esperar que a bola fizesse uma curva que não acontecia – e o pobre arqueiro era enganado porque a pelota seguia uma linha reta. Fato marcante em sua carreira foi a polêmica sobre um pênalti que teria cometido por ter posto a mão na bola, o que suscitou a dúvida na arbitragem internacional: uma pessoa que não tem dedos tem mão?

Lepra  era o apelido de  Wladimierz Leprachonitiviksndt. Veio jovem ao Brasil, fugindo da guerra na Virílya, vizinha da Chechênia. Nunca se acostumou com nosso hábito de tomar banhos diários e por isso exalava um cheiro horrível, como se fosse podre. Era um volante que sabia sair jogando, mas sofria muito com o calor tropical, que fazia sua pele se descamar um pouco a cada jogo. Lutador, encerrou sua carreira após ter literalmente suado sangue pelo time.

Leonardo Braulio Zaupa Coelho, o Cotoco, era um negro alto e forte, com físico de halterofilista, que surpreendia pela velocidade e vigor. O apelido foi dado por uma decepcionada ex-namorada que dizia que aquele negrão era grande em quase tudo. O jogador sempre se defendeu alegando que era maledicência dela, mas ele nunca dividia os vestiários com os colegas. Os mais próximos falavam que “Mindinho” também seria um bom apelido.

Outro grande craque era Sérgio Trofel, que apesar de ser um cavalheiro dentro de campo perdia a cabeça quando o chamavam de Troféu. Ele sempre gastava tempo demais explicando que a pronúncia de “tro-fel” é completamente diferente de “tro-féu”, e de tão irritado que ficou com as confusões e brincadeiras chegou até a mudar de nome: hoje o ex-atleta responde por Sérgio Tassa.

 

 

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