jul 272014
 

 

Comme d’ Habitude é uma das músicas mais regravadas em todos os tempos:

 

 

Mas pouca gente sabia que a canção original é francesa. Todo mundo conhece a versão em inglês, My Way, que foi gravada por intérpretes do gabarito de Frank Sinatra e Elvis Presley:

 

 

Mas minhas versões preferidas são dos Sex Pistols, com Sid Vicious nos vocais…

 

 

… e a do Camisa de Vênus, num português bem mais tosco, desbocado e sincero do que a do Chitãozinho e Xororó:

 

 

…And more, much more than this
I did it my way…
(The end is near o escambau!)

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mar 052014
 

 

Como é quarta-feira de cinzas no país, lembrei de Saudosismo de Caetano Veloso, que regravou a música em várias oportunidades. Esta é versão ao vivo tocada com Os Mutantes:

 

Gal Costa cantou de forma magnífica no seu primeiro disco solo, de 1969:

 

O Tremendão Erasmo Carlos também fez a sua versão em 1969, e a música ganhou um belo arranjo de cordas:

 

Eu, você, depois
Quarta-feira de cinzas no país
E as notas dissonantes se integraram
Ao som dos imbecis

 

dez 232013
 

 

E a música do ano foi mesmo Get Lucky. Eu já tinha cravado isso há tempos, mas a internet está aí pra confirmar aquela afirmação: aposto que que nenhuma outra canção tenha tido tantas versões em 2013, sendo que algumas são legais, outras inusitadas e muitas são pura bizarrice.

 

O original:

Uma versão acústica:

Outra versão acústica (mais gatinha essa):

Os indies também curtiram a música, ao seu jeito:

Uma pegada roqueira:

O Bono Vox parecia estar um pouco alterado quando cantou:

Cinco pessoas no piano:

A polícia da Rússia mandou ver:

Em português, com o Tony Salles (quem?):

Essa é pro carnaval:

Tem em forró, claro:

Eu já tinha postado a do Obama, mas sempre vale a pena:

Também tem em 8 bits:

Uma version hermana, por que não?

Para terminar, a melhor de todas – a performance de Yoko Ono:

 

Like the legend of the phoenix

All ends with beginnings

 

.

nov 222013
 

 

Eu conhecia a versão original de LOVESONG…

 

 

… e também conhecia a versão acústica, feita pelo próprio The Cure…

 

 

… mas não sabia da existência dessa outra versão, dos americanos do Imagine Dragons…

 

 

…nem que Adele também tinha gravado essa canção, de uma forma mais intimista:

 

 

However far away
I will always love you…

 

..
.
out 182013
 

 

 

No meio dessa polêmica sobre a autorização prévia para realização de biografias – se não sabe do que estou falando, clique aqui – alguém mencionou o nome da Dra. Solange, que foi a principal censora da época da ditadura. Sob o pretexto da “manutenção da moral e dos bons costumes”, a tesoura da Dra. Solange cortava ou proibia músicas, livros, notícias e qualquer coisa que fosse contrária aos interesses do governo.

Em “homenagem” à censora o Léo Jaime, que tivera muitas músicas vetadas por ela, gravou uma versão de uma música do The Police. Assim, So Lonely virou Solange, com uma letra bem direta à destinatária.

 

O clipe original:

 

O versão do Léo Jaime:

 

Eu tinha tanto pra dizer
Metade eu tive que esquecer
E quando eu tento escrever
Seu nome vem me interromper

 

Léo Jaime já tinha feito outra versão com Sonia.

 

 

 

ago 282013
 

 

 

Times Like These, do Foo Fighters:

 

 

A mesma música, a mesma banda, a mesma versão, outro clipe:

 

 

E se às vezes é à força, em outras é com jeito – de novo o Foo Fighters, mas desta vez acústico:

 

 

 

I, I’m a little divided

 

 

 

 

jul 122013
 

 

Existem algumas lacunas em minha formação musical que vão além da assumida ignorância em relação a Bob Dylan.

O CLUBE DA ESQUINA foi um álbum que sempre desprezei, muito por causa dos meus tempos de Mocidade Espírita. Nos encontros dessa turma os mais velhos rejeitavam o que fosse mais moderno, e quase sempre o que se ouvia era Milton, Lô Borges, Beto Guedes, Flávio Venturini, etc. Como o que eu gostava “era errado”, e o “certo” era gostar de O Trem Azul e Planeta Sonho, acabei associando esse som à caretice.

Por sorte as coisas mudam, e outro dia vi numa banca de jornais O  CLUBE DA ESQUINA à venda, que tinha sido lançado pelo Estadão anos atrás como parte de uma coleção chamada Grande Discoteca Brasileira.

O GIRASSOL DA COR DO SEU CABELO é desse disco, e a versão original é cantada por Lô Borges:

 

Os gaúchos do Nenhum de Nós  não fizeram feio ao tocar uma versão acústica:

 

O Ira! gravou esta canção com Samuel Rosa para o disco “Isso é Amor”, dando uma pegada mais rock:

 

A americana Mia Doi Todd fez uma versão ensolarada, com um sotaque sexy, para o projeto Red+Hot+Rio:

 

Como vai você?
Você vem?
Ou será que é tarde demais?
(O meu pensamento tem a cor de seu vestido
Ou um girassol que tem a cor de seu cabelo?)

 

maio 212013
 

 

 

Teclados no rock são sempre complicados, se não souber usar fica uma nheca. Mas poucos riffs são tão conhecidos quanto os de Light My Fire, cujo autor, Ray Manzarek, faleceu ontem.

Uma versão compacta, pelo próprio The Doors. Certinha para ver na televisão:

 

Os teclados aparecem mais nesta versão extendida, também tocada pelo The Doors, com o Jim Morrison muy loco. Certinha pra viajar:

 

Meus pais tinham um compacto em casa com esta versão de José Feliciano, que não tem teclados por ser acústica, mas é bacana:

 

E para desacreditar da vida, Bye que bye bye bye, por Angélica:

 

The time to hesitate is through
No time to wallow in the mire
Try now we can only lose
And our love become a funeral pyre

Come on baby, light my fire

 

maio 082013
 

 

I Started I Joke é uma das mais famosas músicas dos Bee Gees. Foi lançada em 1968 e seu videoclipe é simples e bacana, principalmente considerando que foi realizado em uma época que não é reconhecida pelo bom gosto:

 

Em 1969 Ronnie Von (sim, ele!) lançou uma versão em português no psicodélico disco A Misteriosa Luta do Reino de Parassempre Contra o Império de Nunca Mais (que nome sensacional!):

 

Nos anos 90 os roqueiros do Faith No More gravaram canção, que teve dois vídeos diferentes: um com diálogos sobre a música…

 

… e outro um pouco mais curto, sem falação nenhuma. O interessante é que Martin Freeman, que mencionei recentemente, participa do clipe.

 

Em 2001 o Wallflowers gravou uma versão para o filme Zoolander. O filme é engraçado, mas a música ficou meia boca:

 

Os veteranos ingleses do Pet Shop Boys gravaram a canção em 2012. Embora seja uma homenagem ao falecido Robin Gibb, considero a pior versão de todas. (“Pior que a do Ronnie Von?”, alguém pergunta, e eu respondo que sim, até porque não foi incluída em um disco com o nome tão sensacional quanto o do brasileiro!)

 

 

‘Till I finally died
Which started the whole world living
Oh if I’d only seen that the joke was on me…

 

 

 

 

abr 252013
 

 

Maybe I’m Amazed é uma das melhores canções de todos os tempos.

Falar de amor é fácil, qualquer Jota Quest faz isso. Mas expor o peito aberto, admitir que não entende o que está acontecendo e pedir ajuda de maneira sincera é para poucos.

 

A versão original de Paul McCartney, com legendas:

 

Em um show especial em homenagem ao Paul, Dave Grohl e Nora Jones cantaram de forma mais suave:

 

Com Rod Stewart nos vocais e Ron Wood na guitarra, o The Faces apresentou na década de 70 uma versão roqueira e muito, muito phodaça:

 

Maybe I’m a man and maybe I’m a lonely man
Who’s in the middle of something
That he doesn’t really understand